
Erro comum, confessado por mim,
É a ilusão que nos cega, enfim.
Desejos distorcem a realidade,
Criando armadilhas de futilidade.
Verdades ignoradas, sonhos em vão;
Em busca de ilusões, o coração se afoga em vão.
A mente se engana, a alma se ilude,
E a verdade se esconde, nua e crua.
Libertar-se é o desafio:
Questionar desejos, buscar o fio
Que nos guia à verdade autêntica,
Pura e real, sem máscaras sintéticas.
Olhar com clareza, sem filtros ou véus;
Desvendar a realidade, sem truques ou enganos, é o que nos liberta.
Aceitar o que é, com coragem e amor,
É o caminho para a paz interior.
Lembre-se: bilionário ou não,
Abrace a realidade, e não paliativos.

