
Em tempos idos, domingos de brandura,
Onde o tempo fluía, leve e puro.
Um dia santo, sagrado e tranquilo,
Um refúgio do mundo, um porto seguro.
No século vinte, a vida mais lenta,
Os dias mais longos, a alma contente.
Família reunida, um chá fumegante,
A vida era simples, um presente constante.
Hoje, a correria, a luta incessante,
A mente agitada, a alma cansada.
Mas, se buscarmos a paz, a serenidade,
Encontraremos a força, a felicidade.
Que os domingos de hoje nos tragam leveza,
Um toque de ontem, uma nova beleza.
Que a paz invada nossos corações,
E a esperança nos guie em nossas ações.

